

No próximo domingo (30 mar.), ocorre a segunda edição da Marcha Transmasculina de São Paulo, ato político e cultural que reivindica direitos para pessoas transmasculinas no Brasil.
Com o tema “Transmasculines na linha de frente: Nossa luta é por trabalho, moradia, saúde, educação e dignidade”, a mobilização começa ao meio-dia, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, e seguirá até a Praça Dom José Gaspar, na República. A Marcha é organizada pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades – Núcleo São Paulo (Ibrat-SP) e construída de forma coletiva. Em fevereiro, uma assembleia popular reuniu mais de 100 pessoas para definir as pautas do ato.
A primeira edição da Marcha Transmasculina de São Paulo, realizada em 2024, reuniu mais de 10 mil, de acordo com a organização. Este ano, o evento mantém o foco na luta pelo acesso a políticas públicas essenciais, como saúde, trabalho, moradia e educação.
O Ibrat-SP atua na defesa dos direitos da população transmasculina desde 2012, promovendo articulações políticas e iniciativas voltadas para saúde e cultura. A organização também participa da Frente Parlamentar LGBTQIA+ e do Comitê Municipal de Saúde LGBTQIA+.